Arquivo da categoria: Espiritualidade

Não mude a sua natureza

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Um mestre do Oriente viu quando uma cobra que estava a morrer queimada e decidiu tirá-la do fogo mas quando o fez, a cobra picou-o. Pela reacção de dor, o mestre soltou-a, o animal caiu novamente no fogo e estava-se a queimar outra vez. O mestre tentou tirá-la novamente e novamente a cobra picou. Alguém que estava a observa aproximou-se do mestre e disse-lhe:

— Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que a tentar tirar do fogo ela irá picá-lo?
O mestre respondeu:
— A natureza da cobra é picar e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.

Então, com a ajuda de um pedaço de ferro o mestre tirou a cobra do fogo e salvou a sua vida.

Não mude a sua natureza se alguém te fizer algum mal. Não perca a sua essência, apenas tome precauções.

Alguns perseguem a felicidade, outros criam-na.
Preocupe-se mais com a sua consciência do que com a sua reputação. Porque a sua consciência é o que você é e sua reputação é o que os outros pensam de si. E o que os outros pensam, não é problema nosso… É problema deles.

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Alegoria da Caverna de Platão | Compreendendo e Aceitando Socialmente os Indigo

Vou começar por falar de Platão e da sua alegoria da caverna, uma metáfora que alguns de nós já conhecem da Filosofia e poderão lembrar-se. Esta metáfora ou explicação de Platão pretende dizer-nos como é que nos podemos libertar da escuridão (ignorância) através da luz da Verdade. Para quem não conhece a alegoria da caverna de Platão, vou tentar falar dela da forma mais simples que consigo no momento.

Platão pede-nos para imaginar uma caverna e um mundo exterior à mesma, existindo entre ambos uma grande parede. No entanto, esta parede tem algumas fendas e deixa passar a luz do mundo exterior, aquele que fica para lá da parede. 9fed0f983a72d685d2232920ff3d939d

Dentro da caverna, vivem humanos: pessoas nascem, crescem e vivem, somente ali, entre as paredes da caverna, sem poder sair e vendo apenas silhuetas de outros humanos (mas eles não sabem que são humanos, pois só vêem sombras), que se encontram no exterior da caverna. Do exterior chegam-lhes também sons, os quais são associados às sombras vistas nas paredes, pelos homens da caverna.

Um dia, uma mulher e um homem da caverna decidem libertar-se das amarras da mesma e da sensação de prisão que tinham, sendo corajosamente movidos pela curiosidade. Assim decidem enfrentar os obstáculos do caminho até à parede com fendas (a caverna era escura e a luz ia ficando cada vez mais forte à medida que se aproximavam da parede, ferindo-lhes os olhos). Escalaram a parede para descobrir o que havia para lá dela.

Uma vez chegados ao exterior, perceberam que as sombras vistas na caverna não eram afinal sombras, mas sim humanos como eles. O que eles tinham visto na caverna não definia a forma verdadeira do que existia ali na realidade. Agora imaginem que este homem e mulher, tendo visto a Verdade, querem voltar à caverna e partilhar o que descobriram com os seus companheiros… o que aconteceria?

Platão responde-nos que os dois correriam sérios riscos: poderiam ser ignorados, maltratados, acusados de loucura ou até mesmo mortos. Isto é o que tem acontecido às pessoas que de alguma forma são espiritualmente mais avançadas, como é o caso dos índigo. Estas pessoas possuem um conhecimento da Verdade mais consciente e intuitivo. A não compreensão e aceitação desta forma de processamento e vivência diferentes têm sido as causas para que existam cada vez mais crianças e adultos psicologicamente mal diagnosticados.

Estes seres humanos vivem muitas vezes um autêntico inferno, à margem da sociedade, simplesmente porque não entendem a sua essência e não têm quem os ajude a compreender, pois é difícil não só falar sobre isto na nossa sociedade agarrada à caverna, como também ainda é difícil avançar cientificamente nestas matérias da consciência e espiritualidade humanas, devido à posição dogmática de que tudo tem que ser mensurado e operacionalizado antes de qualquer tentativa de investimento científico.

Mesmo eu dou comigo muitas vezes ainda agarrada à caverna, porque foi onde tive que crescer e, às vezes, a luz faz doer tanto que eu quero recuar para a falsa segurança da escuridão da caverna, onde ninguém me possa ver. Por outro lado, a minha curiosidade leva-me a escalar cada vez mais a parede, porque eu quero ver o que existe para lá dela. Eu quero ser livre.”

In vanessadias.com

AGORA…

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Quando nos alinhamos ao momento presente, uma nova percepção da realidade surge, muito mais pura, profunda e poderosa. Se tomarmos consciência que o único tempo que existe é o AGORA, pois o passado já foi e já não existe, e o futuro nunca existiu pois é só uma imaginação, uma previsão, uma percepção de que é provável que o que acontecerá amanhã vai ser igual a hoje, ou vai ser diferente de hoje.
A sequência infinita de AGORAS faz-nos parecer que estamos a viver o futuro mas este é apenas um conjunto de probabilidades provenientes da continuidade do tempo cronológico.
Estar no AGORA é a única forma de construir o nosso futuro. Pensar no que estamos a sentir, a fazer, a dizer, a pensar AGORA e sermos um observador constante destas acções é ter um novo caminho, uma nova realidade, mais pura, mais clara e mais próxima do conhecimento do que SOMOS.
A chave é entender que no interior da profundidade do nosso SER existe a fonte contínua e intensa de poder da vida, que é o Silêncio a partir do qual tudo nasce, e por isso é que é preciso aquietar a nossa voz interior. Só observar… Sem julgar… Só aquilo que é…

Isso é estar presente. Isso é o AGORA…

Pensei que fosse fixe pensar nisto! Abreijos!

Sobre a Humildade

mascara-que-caiHoje apeteceu-me escrever sobre a Humildade.

Será que o simples facto de escrever acerca deste valor me torna Humilde? Ou pelo contrário? Me exponho à arrogância de achar que sou humilde? De nada me vale escrever e falar sobre humildade, se não o demonstrar por atitudes, por actos, por relações, por compaixão, que realmente o sou…

Vergílio Ferreira tem uma frase excelente que passo a citar:

“Não será difícil ser humilde quando se é grande. Difícil é ser humilde quando se é medíocre.” Continue reading Sobre a Humildade

Perguntaram à esposa se o seu marido a fazia feliz – a sua resposta foi inesperada

Esta história roda a internet em vários estilos e traduções diferentes, mas está relatada nos arquivos de seminários da Universidade de Fresno na Califórnia, e aconteceu durante um seminário para casais. Durante o mesmo, um dos palestrantes perguntou a uma das esposas:”Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?”

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Continue reading Perguntaram à esposa se o seu marido a fazia feliz – a sua resposta foi inesperada