Todos os artigos de Alcino Rodrigues

* Coach Profissional Certificado, actua em Business, Career, Life, Sports Coaching and Coaching for Young * Formador em Soft-Skills - Áreas de Desenvolvimento Pessoal, Gestão de Conflitos, Liderança e Motivação, Inteligência Emocional, Marketing, Webmarketing, Gestão de Websites e Webdesign. * Formações em Psicologia Desportiva, Public Speaking, Marketing, Comunicação, Coaching e Programação Neuro-Linguística, Gestão e Negócios * Orador e Dinamizador de Equipas * Autor e Copywriter * Blogger * Treinador de Futsal

8 Sinais de que você tem uma personalidade forte que pode assustar algumas pessoas

Quando as pessoas encontram alguém com uma personalidade forte, não entendem o tipo de pessoa com a qual estão a lidar.

Algumas pessoas, por acreditarem que você domina, por te verem como uma pessoa forte, podem ver-te como alguém  rude e sentirem-se intimidados. Mas nada disso é verdade. Essas palavras não reflectem sua personalidade. Na verdade, as pessoas fortes são muitas dóceis no seu interior.

Pessoas fortes não têm que ganhar. Elas simplesmente não estão Continue reading 8 Sinais de que você tem uma personalidade forte que pode assustar algumas pessoas

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As pessoas ignoram a própria ignorância… E isso tem um preço!

Vêm aumentando o número de pesquisas psicológicas que indicam que características pessoais ligadas à superestima das próprias qualificações e conhecimentos privam as pessoas da capacidade de reconhecer a sua própria incompetência em diversos aspectos da realidade. Ou seja:

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Mulheres, masturbem-se!

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Masturbação! Essa palavra por si já é tabu, mas, vindo acompanhada do adjetivo “feminina”, pesa ainda mais e parece que não é coisa de mulher direita, certo? Afinal, como você verá neste artigo, a masturbação feminina, que basicamente se inicia e termina em um órgão maravilhoso chamado clitóris, foi demonizada pela estrutura cristã, solapada pela ciência machista que ainda nos cerca e, até hoje, pasme, em pleno 2016, ela fica Continue reading Mulheres, masturbem-se!

Não mude a sua natureza

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Um mestre do Oriente viu quando uma cobra que estava a morrer queimada e decidiu tirá-la do fogo mas quando o fez, a cobra picou-o. Pela reacção de dor, o mestre soltou-a, o animal caiu novamente no fogo e estava-se a queimar outra vez. O mestre tentou tirá-la novamente e novamente a cobra picou. Alguém que estava a observa aproximou-se do mestre e disse-lhe:

— Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que a tentar tirar do fogo ela irá picá-lo?
O mestre respondeu:
— A natureza da cobra é picar e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.

Então, com a ajuda de um pedaço de ferro o mestre tirou a cobra do fogo e salvou a sua vida.

Não mude a sua natureza se alguém te fizer algum mal. Não perca a sua essência, apenas tome precauções.

Alguns perseguem a felicidade, outros criam-na.
Preocupe-se mais com a sua consciência do que com a sua reputação. Porque a sua consciência é o que você é e sua reputação é o que os outros pensam de si. E o que os outros pensam, não é problema nosso… É problema deles.

Os outros não mudam? Muda tu!

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Era uma vez uma jovem chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra.

Depois de algum  tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin se irritava com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez mais com insistência.

Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. Continue reading Os outros não mudam? Muda tu!

Alegoria da Caverna de Platão | Compreendendo e Aceitando Socialmente os Indigo

Vou começar por falar de Platão e da sua alegoria da caverna, uma metáfora que alguns de nós já conhecem da Filosofia e poderão lembrar-se. Esta metáfora ou explicação de Platão pretende dizer-nos como é que nos podemos libertar da escuridão (ignorância) através da luz da Verdade. Para quem não conhece a alegoria da caverna de Platão, vou tentar falar dela da forma mais simples que consigo no momento.

Platão pede-nos para imaginar uma caverna e um mundo exterior à mesma, existindo entre ambos uma grande parede. No entanto, esta parede tem algumas fendas e deixa passar a luz do mundo exterior, aquele que fica para lá da parede. 9fed0f983a72d685d2232920ff3d939d

Dentro da caverna, vivem humanos: pessoas nascem, crescem e vivem, somente ali, entre as paredes da caverna, sem poder sair e vendo apenas silhuetas de outros humanos (mas eles não sabem que são humanos, pois só vêem sombras), que se encontram no exterior da caverna. Do exterior chegam-lhes também sons, os quais são associados às sombras vistas nas paredes, pelos homens da caverna.

Um dia, uma mulher e um homem da caverna decidem libertar-se das amarras da mesma e da sensação de prisão que tinham, sendo corajosamente movidos pela curiosidade. Assim decidem enfrentar os obstáculos do caminho até à parede com fendas (a caverna era escura e a luz ia ficando cada vez mais forte à medida que se aproximavam da parede, ferindo-lhes os olhos). Escalaram a parede para descobrir o que havia para lá dela.

Uma vez chegados ao exterior, perceberam que as sombras vistas na caverna não eram afinal sombras, mas sim humanos como eles. O que eles tinham visto na caverna não definia a forma verdadeira do que existia ali na realidade. Agora imaginem que este homem e mulher, tendo visto a Verdade, querem voltar à caverna e partilhar o que descobriram com os seus companheiros… o que aconteceria?

Platão responde-nos que os dois correriam sérios riscos: poderiam ser ignorados, maltratados, acusados de loucura ou até mesmo mortos. Isto é o que tem acontecido às pessoas que de alguma forma são espiritualmente mais avançadas, como é o caso dos índigo. Estas pessoas possuem um conhecimento da Verdade mais consciente e intuitivo. A não compreensão e aceitação desta forma de processamento e vivência diferentes têm sido as causas para que existam cada vez mais crianças e adultos psicologicamente mal diagnosticados.

Estes seres humanos vivem muitas vezes um autêntico inferno, à margem da sociedade, simplesmente porque não entendem a sua essência e não têm quem os ajude a compreender, pois é difícil não só falar sobre isto na nossa sociedade agarrada à caverna, como também ainda é difícil avançar cientificamente nestas matérias da consciência e espiritualidade humanas, devido à posição dogmática de que tudo tem que ser mensurado e operacionalizado antes de qualquer tentativa de investimento científico.

Mesmo eu dou comigo muitas vezes ainda agarrada à caverna, porque foi onde tive que crescer e, às vezes, a luz faz doer tanto que eu quero recuar para a falsa segurança da escuridão da caverna, onde ninguém me possa ver. Por outro lado, a minha curiosidade leva-me a escalar cada vez mais a parede, porque eu quero ver o que existe para lá dela. Eu quero ser livre.”

In vanessadias.com